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3 Pressupostos para a Felicidade - 05/04/2011

Tenho me surpreendido com a reação de jovens e adultos estudantes universitários, solteiros ou casados, ao apresentar-lhes o enunciado de três pressupostos para a felicidade. Na aula de Liderança de Pessoas – Coaching, ao discorrer sobre esses pressupostos, mais de 40% dos alunos questiona a sua validade. Entendem que o mundo moderno, principalmente nas atividades profissionais, não é complacente com tais atitudes, que podem ser vistas como demonstração de fraquezas ou, quando não, compele a demonstrarem o contrário.


Vamos a eles. São abrangentes, com amplitude, mas como talvez você já tenha constatado, verídicos, válidos e eficazes:


1 – Trabalhe como se você não precisasse de dinheiro.

2 – Ame, como se você nunca tivesse sido ofendido.

3 – Dance, como se ninguém estivesse olhando.


Agora, pergunte-se:



  1. Você vive para trabalhar ou trabalha para viver? Quanto o dinheiro e os bens representam como valores que você tem na sua vida? Quanto você tem encontrado de prazer, alegria e realização no trabalho que está fazendo hoje? O que você quer para a sua vida? O que você quer ver e sentir ao olhar para trás daqui a 5, 10 ou mesmo 20 anos de vida profissional? Quais são tuas metas de curto, médio e longo? Você vive para comprar, ou compra para viver? Você vive para comer ou come para viver?

  2. Você quer ser feliz ou ter razão? Quanto tempo e esforço tem despendido para ter razão em tudo? O que o “viver das lembranças do passado”, especialmente os momentos ruins, de discussões, de tristezas e decepções com as pessoas tem causado na tua vida, na tua mente, no teu espírito, na tua concentração e felicidade hoje? Quanto você tem perdoado de verdade os teus ofensores e a você mesmo? Que atitude você espera das pessoas com relação a você? Quanto você é capaz de compreender e colocar-se no lugar do teu próximo?

  3. O que te impede de realizar teus sonhos e planos? Como o medo da opinião alheia tem impedido as tuas ações decentes, bem intencionadas, produtivas, criativas e inovadoras? Quanto você conhece de si mesmo, das tuas emoções, das tuas necessidades, das tuas competências? Como você respeita o teu próximo, condicional ou incondicionalmente? O que espera das pessoas que te rodeiam? Por que não sai para dançar no baile da vida e aproveita para aprender com os erros? O que te prende sentado na cadeira ou ficar esperando as coisas acontecerem?


Que ousemos escolher ser felizes!




Roque Cezar de Campos

Diretor Executivo
RCCoaching



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