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Coaching Executico - 05/04/2011

“A observação do consultor e renomado Coach, Lourence S. Lyons, em artigo, O Coaching no Cerne da Estratégia 2000, confirma nossa visão: “Em uma era em que a liderança está substituindo a instrução, o Coaching está surgindo como a face acessível da estratégia. A estratégia de negócio não possui mais um domínio exclusivo instilado dentro do corpo impessoal de uma organização abstrata. Atualmente, com a intensificação das exigências sobre o tempo das pessoas, a estratégia faz parte da carne e do sangue de cada executivo.


O Coaching facilita o sucesso e se coaduna com a maneira com que queremos trabalhar e com a maneira com que temos de trabalhar. É relevante para o mundo moderno dos negócios porque é holístico e adaptativo.


O Coaching é também um método que respeita as pessoas como indivíduos, e não meramente como engrenagens da máquina dos negócios. As aptidões do executivo devem enquadrar-se a essa nova realidade. Os negócios modernos são dinâmicos demais para permitir que os executivos sejam bem-sucedidos com as antigas premissas rígidas e simplistas. Em nível pessoal, todos os executivos enfrentam um desafio recorrente ao responder pragmaticamente a tendências e pressões revolucionárias no mundo do trabalho. Agora, exigem-se novas competências e skills. Simplesmente “pintar seguindo os números do desenho” já não funciona mais em um mundo que exige muito mais do que uma única resposta prescrita.”


 


Nesse ambiente caótico, complexo, impermanente e imprevisível, inúmeras armadilhas podem ser armadas por gestores, consciente ou inconscientemente: 


• A noção de que o Coaching Executivo é algo para ser oferecido apenas a profissionais nos escalões hierárquicos inferiores: Executivos em níveis mais elevados, não precisam de tal serviço. Eles sabem e conhecem tudo.


É nossa visão que, o Coaching Executivo deveria começar com aqueles profissionais no topo da pirâmide. De nada adianta falar em mudança de comportamento, ação, atitude, skills e competências, se a cúpula da empresa mantêm uma mente “envelhecida” e “desbotada”.


As verdadeiras mudanças nunca começam nos pés ou nas mãos. Elas se iniciam na cabeça – “mente” – daqueles que estão no alto.


Recentemente, conduzindo um processo de Coaching para um grupo de profissionais oriundos de grande organização nacional, eles, unanimemente, declararam: “Esse é um trabalho maravilhoso. Aprendemos muito nesses três últimos dias. Entretanto, cremos que o que ouvimos e aprendemos aqui no Strategic Knowledge Center da Gutemberg Consultores, dificilmente poderá ser aplicado em nossa empresa. Nossos diretores são os primeiros a colocar obstáculos às mudanças... eles precisam passar pelo processo de Coaching. Caso contrário , não haverá ambiente para profissionais que a partir de agora se sentem na obrigação de empreender suas atividades com novos olhos e abordagens.”


• Gestores mais desavisados acham que mudanças substanciais de comportamento e mente podem ser operacionalizadas com a simples aplicação da “Teoria da Ameba”, ou de qualquer outra técnica.


Sabemos que o comportamento de uma ameba pode ser facilmente modificado. Exige-se apenas um toque e uma porção de açúcar para fazê-la se mover na direção que desejamos.


Os homens, infelizmente, não mudam com essa mesma facilidade. Com um simples toque ou um grão de açúcar.


As verdadeiras mudanças são demoradas. Elas exigem esforço, tempo, disciplina e perseverança. O Coaching Executivo é o início de um processo que nunca termina. Há sempre novos conceitos para aprender novas competências para se desenvolver e novas posturas para se cultivar.


Profissionais envolvidos em processo de Coaching Executivo não compreendem o seu real valor em longo prazo – autocorreção, melhoria pessoal e profissional. Encaram-no como qualquer outro programa de desenvolvimento oferecido pela organização. Por outro lado, não fazem um esforço maior para ajudarem a si mesmos. Portanto, permanecem indiferentes ou passivos.


Na última semana, recebi um e-mail de um executivo a quem foi oferecido um trabalho de Coaching Executivo há um ano atrás.


Naquela ocasião, o profissional recusou a oportunidade oferecida, alegando que no exercício de sua função, não tinha tempo disponível e nem acreditava em tal trabalho.


Hoje, desempregado, por razões óbvias – desempenho abaixo do esperado, vida em desarmonia, relacionamento interpessoal conflituoso etc –, acha que perdeu uma grande oportunidade para empreender mudanças que eram necessárias e que poderiam ter dado sustentabilidade a sua carreira.


É nossa experiência que nenhum trabalho de Coaching Executivo produzirá resultados significativos e eficazes, a menos que o profissional envolvido tenha plena consciência de seu verdadeiro valor e se comprometa a avaliar de maneira honesta e transparente seus pontos fortes e vulnerabilidades, por maior que seja o sofrimento. Portanto, o profissional deve estar totalmente aberto, desprovido de atitude defensiva ou passiva durante todo o processo.


Uma atitude defensiva ou desonesta para consigo mesmo bloqueará qualquer tipo de oxigenação , quer em sua vida pessoal, quer em sua trajetória profissional. “


 


Gutemberg B. de Macedo, M.DIV.


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